terça-feira, 29 de setembro de 2009
A onda é Vermelha, mas a Mudança é Azul.
Mas não poderíamos deixar de lembrar que a "onda vermelha" é aquela que aqui no Acre, através de alguns petistas aguerridos, como a então na época deputada Nalúh Gouveia, hoje membro do Tribunal de Contas do Estado - TCE, que diziam o Sr. Orleir Cameli, conhecido como Barão do Juruá, hoje aliado inconteste da companheirada fazia parte do grupo de narcotraficantes;
São essas as principais lideranças da onda vermelha, que denunciavam o atual vice-governador Sr. César Messias e provável candidato à reeleição na chapa majoritária do Senador temático Tião Viana que prometeu a saúde de primeiro mundo, como de ter sido o responsável pelo desvio de recursos públicos, da prefeitura de Cruzeiro do Sul, no período em que governou aquele município;
É essa a onda vermelha, que através do lobista da Helibrás e ex-governador do Acre Sr. Jorge Viana, fazia questão de propalar nos quatro cantos de nosso estado dizendo que o ex-governador Sr. Orleir Cameli, não possuía currículo para governar o Estado, mas sim uma extensa folha corrida policial;
Foi a onda vermelha, hoje tendo como um de seus maiores expoentes, o governado Binho Marques, que denunciaram o ex-diretor presidente do DEAS Sr. José Bestene, membro atual da FPA, por desvios de recursos da Secretaria de Estado de Saúde quando o mesmo ocupava a pasta na época;
Não podemos esquecer ainda, que foi essa mesma onda vermelha, que em Tarauacá, através do Sr. Chagas Batista e do Deputado Moisés Diniz denunciavam os desmandos e as mais diversas irregularidades praticadas pelo trapalhão do prefeito petista Jasone Ferreira, que apesar de todas denúncias foi escolhido pra ser seu vice nas eleições do pleito passado;
Essa é a mesma onda vermelha, que produziu os maiores escândalos em nível nacional denunciado pelo procurador geral, como quadrilha do mensalão, liderada pelo petista José Dirceu, homem de confiança do Presidente Lula. Não poderíamos esquecer ainda de citar, casos do quilate das sanguessugas, Valdomiro Diniz nos Correios, cueca cheia de dólares entre outros, que por incrível que pareça não era de conhecimento do presidente, mesmo sendo praticados dentro do Palácio do Planalto;
É preciso evidenciarmos ainda, que estamos apenas fazendo as lembranças, porque as agressões foram eles " a onda vermelha" nos mais diversos níveis da administração que realizaram, aqueles que na boca dos petralhas e dos comunistas eram narcotraficantes, que desviavam recursos públicos,que eram os corruptos do passado, que sempre eram associados a página negra da história de nosso estado e de nosso país, tais como: Orleir, Bestene, César Messias, Aureliano Pascoal, Renan Calheiros, Collor e Sarney, hoje passaram a fazer parte do grupo dos camaradas e da companheirada que detém os cargos mais importantes nas administrações petistas.
É por isso que acreditamos que a onda vermelha, tanto a nível nacional quanto a nível estadual tiveram que rasgar suas bandeiras de ética para satisfazerem a nível nacional um grupelho liderado pelo esquema Renangate e Sarney e em nosso estado para satisfazerem o ego da família Viana e meia dúzia de puxa-sacos para poderem se manter no poder.
É essa senhores leitores, minha opinião, a população estará convocada para no ano que vem decidir, tendo a plena convicção de que a onda é vermelha, mas a tão sonhada mudança é Azul.
Heriberto Amorim
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sexta-feira, 10 de julho de 2009
E agora Naluh ?
Agripino diz que investigações no Senado devem ser entregues ao MP e ao TCU
A partir da próxima semana, o DEM deverá centrar suas forças na investigação das denúncias de irregularidades no Senado pelo Ministério Público Federal e o Tribunal de Contas da União (TCU). Adicionalmente, o Democratas somará sua voz às pressões pela reativação do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.
A nova estratégia será proposta pelo líder do partido na reunião da bancada no Senado, marcada para terça-feira (14). Agripino anunciou esse direcionamento em discurso pronunciado na tarde desta quinta-feira (9) e explicou que a mudança de rumos se deve à constatação de que, "aritmeticamente", a licença do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) é improvável no momento.
- Nós fomos os primeiros a propor a licença, numa decisão difícil, porque apoiamos a eleição do presidente Sarney. Mas eu não vou insistir em pedido de licença. Não vou insistir em uma coisa que não tem sustentação política. E não tem porque o Partido dos Trabalhadores, instado pelo presidente da República e pela ministra [da Casa Civil] Dilma Rousseff, arrepende-se da posição que tomou e evita a evidência daquilo que, no regime parlamentarista, significa o voto de desconfiança - explicou o líder do DEM.
Agripino observou que, dos 81 senadores, só 33 estão firmemente comprometidos com a licença, como forma de o Senado proceder a um processo administrativo isento: 14 do DEM; 13 do PSDB; cinco do PDT; e um do PSOL. Diante desses números, o melhor caminho é deixar a instituições "de fora e isentas" investigarem as denúncias.
O senador se disse surpreendido com as novas denúncias, desta vez envolvendo patrocínios da Petrobras à Fundação José Sarney, mas aplaudiu o presidente do Senado pela determinação de que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada para investigar denúncias contra a empresa seja instalada na terça-feira.
O líder do DEM disse ter conversado com o líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), que lhe confirmou a data da primeira reunião da CPI, mas não deu como fechados os entendimentos entre o PT e o PMDB com relação ao comparecimento dos senadores e à eleição do presidente e escolha do relator.
- Vou, evidentemente, confiar na palavra do presidente Sarney. Não é possível que a base do governo vá solapar a palavra dele e não vá dar número para que aconteça a reunião e a CPI se instale - cobrou Agripino, lembrando que a denúncia conta a Fundação José Sarney deve ser um dos pontos a serem apurados pela comissão.
De qualquer forma, o senador reafirmou a posição do DEM de não votar nada até que a CPI se instale, eleja o seu presidente, o presidente escolha o relator e seja elaborado o calendário de reuniões. Em resposta a aparte do senador Eduardo Suplicy (PT-SP), que afirmou existirem outras fundações, inclusive o Instituto Fernando Henrique Cardoso com patrocínios da Petrobras, o líder do DEM observou que, ao contrário do que ocorre com a Fundação José Sarney, o instituto do ex-presidente Fernando Henrique não está sendo acusado de malversação ou de utilização indevida dos recursos.
Também em aparte, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) ressaltou a importância da reativação do Conselho de Ética, observando que, na hipótese de a representação contra Sarney protocolada pelo PSOL ser aceita, Sarney poderá ser afastado.
Cristovam Buarque (PDT-DF) propôs, igualmente em aparte, que é "preciso dar um salto adiante" na estratégia de recuperação da imagem do Senado para evitar que a cada semana a Casa passe por um desgaste maior. Ele disse crer na seriedade da posição da bancada do PT em relação à licença. Já o senador José Nery (PSOL- PA) reafirmou a posição de seu partido a favor da investigação no Conselho de Ética.
Sarney determina instalação da CPI da Petrobras na terça-feira
O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), determinou nesta quinta-feira (9) que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras seja instalada na próxima terça-feira, dia 14, às 15h, "com qualquer número de membros presentes".
A determinação de Sarney foi feita em ofício protocolado na Secretaria Geral da Mesa e destinado ao senador Paulo Duque (PMDB-RJ), que presidirá a reunião de instalação da CPI por ser o integrante mais idoso do colegiado. Várias tentativas anteriores de instalar a CPI foram frustradas por falta de quórum (número mínimo de parlamentares).
O senador Papaléo Paes (PSDB-AP), que na presidia a sessão plenária, informou que ofício foi uma resposta oficial a uma questão de ordem apresentada na véspera pelo senador Alvaro Dias (PSDB-PR) sobre a instalação da CPI। Papaléo leu o ofício no Plenário, a pedido do senador Alvaro Dias (PSDB-PR), cuja questão de ordem apresentada na véspera requeria a substituição dos integrantes faltosos da CPI da Petrobras para viabilizar a sua instalação.
- O presidente Sarney buscou no Regimento [Interno do Senado] alternativa que possibilitasse a instalação, não atendendo o nosso requerimento, mas determinando que a CPI se instale com qualquer quórum - disse Alvaro Dias।
O senador ressaltou que a decisão da Presidência gera jurisprudência "da maior importância para a minoria parlamentar" e também sinaliza um novo tipo de comportamento em eventuais impasses futuros sobre a instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito।
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) disse que embora tenha retirado a assinatura do pedido de criação da CPI, diante de descumprimento de acordo segundo o qual antes de pedir a criação da CPI os senadores ouviriam o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, agora é seu "defensor ferrenho"।
- Que esta CPI comece o mais depressa possível e que vá fundo। Se ela não for fundo vai parecer que houve algum acordo relacionando a crise que o Senado vive e a CPI; que o governo teria cedido em troca de blindar o presidente Sarney - disse Cristovam.
O parlamentar sugeriu que o Senado não entre em recesso para que a CPI comece a atuar ainda em julho. Ele acredita que o povo brasileiro "quer saber o que de fato acontece naquela empresa".
Silvia Gomide / Agência Senado
